• HUGO SENNA

Nada se compra, tudo se aluga!

Atualizado: 31 de Ago de 2018



Baixe o aplicativo e faça seu cadastro usando um cartão de crédito. Essa está se transformando numa das maneiras mais comuns de ter acesso a serviços e produtos. Inúmeras pessoas chegaram a conclusão que é mais barato e tranquilo andar de carro usando um aplicativo do que manter um carro pagando gasolina, impostos e manutenção. E tudo sem burocracia das empresas que alugam carros.

Por exemplo: 20 mil bicicletas foram espalhadas por bairros da cidade de São Paulo. O aluguel custa 1 real por 15 minutos de uso. De novo: tudo através de um aplicativo e uma boa dose de tecnologia aplicada. No app, o usuário encontra as bikes por geolocalização e usa a câmera do smartphone ler o código e destravar o cadeado. Pronto, a partir daquele momento, a bike amarela é sua. As bicicletas possuem conexão 3G para se comunicar com a rede celular. No final da pedalada, o usuário trava a bike novamente, e aí o GPS do seu telefone é usado para marcar a posição daquela magrela para o próximo usuário.

Outra novidade que ganhou as ruas são motoboys controlados também por aplicativos. Pedir um serviço de entrega ou retirada através de um app, no melhor estilo Uber de ser, já não é mais novidade. Mas já pensou ter um motoqueiro à sua disposição, 24 horas por dia, 7 dias por semana? Essa é a sacada! Com um plano de assinatura anual, é possível usar o serviço quantas vezes você desejar por um preço fixo. E além de entregas e retiradas, uma vez que o aplicativo é conectado com diversos outros estabelecimentos, você pode pedir praticamente tudo o que quiser - não importa a distância: um lanche, seu almoço, a entrega de um pacote; mas pode pedir também para o motoboy ir à feira, comprar remédio… o que você quiser. Tudo através de um simples aplicativo móvel com tecnologias de integração, rastreamento e pagamento seguro.

E o "alugar" ao invés de "ter" não se limitam a objetos. A tendência surgiu no mundo do software. Antes, comprava-se licenças, agora, cada vez mais, o modelo é pagar pelo uso, com assinaturas ou planos de assinatura, alugamos espaço para armazenar nossa vida digital: no e-mail ou serviços de nuvem, não alugamos mais filmes e agora baixamos músicas , entrou tudo no pacote de assinatura mensal ou até anual dos serviços .

E assim caminhamos, cabe a nós nos adaptarmos da melhor forma possível, e colher os benefícios da tecnologia.

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